ūüóļ️Metodologias ativas e inova√ß√£o na educa√ß√£o 2020-2021

QUEM SOU EU  

Participa√ß√£o no programa Como Ser√°? (Foto: TV Globo) 

Fernando Carril, graduado em Processos Gerenciais pela FGV-SP, especialista em Tecnologia Educacional (Senac) e Gest√£o de Cultura (USP). Palha√ßo formado pela SP Escola de Teatro.

Professor de robótica no ensino fundamental em São Paulo (SP) e responsável pelo Bibliocirco, projeto dedicado à leitura e convívio urbano.

Escolhi a p√≥s-gradua√ß√£o de Metodologias Ativas do Instituto Singularidades para atualizar e organizar meus conhecimentos sobre planejamento, condu√ß√£o e avalia√ß√£o em minhas aulas no espa√ßos presencial (experi√™ncias) e remoto (ensino a dist√Ęncia).




#√ČTICA E CIDADANIA  - M√≥dulo 3
MA02SG - √Čtica e cidadania na sala de aula conectada (39717 - 2020/1 - Noturno_NO)
Professor: Helena Andrade Mendonça
Professor: Lilian Cassia Bacich Martins
Portifólio de Fernando Carril

Essa etapa do curso come√ßou filos√≥fica: como fazemos escolhas e tomamos decis√Ķes no dia a dia? Somos livres para pensar. Somos mesmo? o problema das escolhas reside em deixar algo para tr√°s, renunciar. Em tempos de redes sociais montadas sobre plataformas digitais, essas decis√Ķes acabam por levar em considera√ß√£o diversas dimens√Ķes: valores pessoais e comunit√°rios, influ√™ncias psicol√≥gicas e contextos hist√≥ricos, culturais, econ√īmicos, tecnol√≥gicos. 

E, entre as supostas op√ß√Ķes, cresce a possibilidade de frustra√ß√£o. Embatucados, chegamos √† vis√£o que toda decis√£o racional tamb√©m carrega aspectos emocionais ("afetivos"), pois o sistema nervoso √© √ļnico.

Dentro deste horizonte t√©cnico e coletivo, big data e bolhas, a liberdade e autonomias poss√≠veis partem da coragem em assumir riscos. E some-se a curiosidade pela aprendizagem para revelar as verdadeiras op√ß√Ķes e caminhos. 

Para viabilizar as escolhas da vida em sociedade √© necess√°rio a cria√ß√£o, regulamenta√ß√£o e aplica√ß√£o de boas leis. Por√©m, n√£o √© o que se v√™. O exemplo do Marco Civil da Internet, com suas garantias fundamentais de tratar igualmente o tr√°fego de aplicativos (um byte deveria ser um byte) √© diariamente desrespeitada, por exemplo, pelas operadoras de celular e telecomunica√ß√Ķes com promo√ß√Ķes para determinadas redes sociais "gr√°tis", em detrimentos de outros fornecedores de servi√ßos.

Se esse tráfego de dados pode ser acompanhado para diferentes tarifas, fica evidente a facilidade em saber o consumo, localização, contatos e aplicativos de cada consumidor. Como esse monitoramento, como fica a privacidade dos usuários?

A ado√ß√£o de tecnologias pela comunidade escolar, com pessoas de diferentes idades, origens e interesses, deveria se guiar para pr√°ticas cidad√£s de inclus√£o, com oportunidades e acessos na medida e no tamanho de cada participante. Corrigir abusos e mal usos com √©tica para gerar dados que proporcionem melhor comunica√ß√£o, cidadania e aprendizados significativos.



#ENSINO H√ćBRIDO  - M√≥dulo 2
MA02SG - Ensino híbrido e educação na cultura digital (39716 - 2020/1 - Noturno_NO)
Professor: Fernando de Mello Trevisani
Professor: Lilian Cassia Bacich Martins 
Portifólio de Fernando Carril

A metodologia de ensino h√≠brido abrange diferentes aspectos da cultura escolar, com a finalidade de proporcionar uma experi√™ncia de aprendizagem personalizada. 

Desde os espa√ßos educacionais, materiais did√°ticos e sistemas eletr√īnicos, os meios √† disposi√ß√£o (mesmo que longe do ideal) precisam estar
 
Os modelos de ensino h√≠brido se diferenciam: o "sustentado" solicita uma maior presen√ßa dos professores, controle dos recursos tecnol√≥gicos e prepara√ß√£o pr√©via dos estudantes. J√° o "disruptivo" busca atender mais as necessidades dos alunos, por meio de agendas previamente combinada para oferecer equipes de diferentes tutores e tecnologias, de forma ainda mais individualizada. Em ambos, essa aten√ß√£o personalizada deve abranger desde a prepara√ß√£o das expectativas de ensino at√© a avalia√ß√£o final do que foi apredindo.

No dia a dia, v√™-se na cultura escolar rea√ß√Ķes ao ensino h√≠brido, pois "n√£o parece aula", al√©m de formas cl√°ssicas como  conte√ļdo formal e testes padronizados serem relativizados. Ent√£o, os novos usos do tempo escolar e seus espa√ßos e recursos demandam engajamento da dire√ß√£o, familiares, funcion√°rios e redondezas para comunica√ß√£o e consolida√ß√£o da metodologia que coloca o aluno no centro. 

O papel do professor muda para mediador dos novos processos e tamb√©m analista das tecnologias destinadas ao ensino-aprendizagem. Importante destacar que o objetivo maior n√£o √© a digitaliza√ß√£o do ensino, mas a possibilidade de coletar o maior n√ļmero de dados para informar a escola sobre mais e melhores formas de personalizar o ensino. Por meio de conhecimento geral, abrem-se possibilidades de autonomia para a gest√£o do pr√≥prio conhecimento pelos aprendizes. 

Esse saber pode medido por  meio de rubricas, ou sejam, descri√ß√Ķes concretas e objetivas  constru√≠das para avaliar, de uma maneira familiar, os alunos. Por exemplo, dentro da rubrica coletiva do nosso curso, os itens "autoria/ apresenta√ß√£o", "contextualiza√ß√£o" e "clareza" comp√Ķem nosso modelo, a ser constru√≠do no pr√≥ximo m√≥dulo.



#NOVAS LITERACIAS DIGITAIS - Módulo 1
MA02SG - Metodologias ativas e inovação na educação: novas literácias digitais (39715 - 2020/1 - Noturno_NO)
Professora: Lilian Cassia Bacich Martins
Portifólio de Fernando Carril


 

Orientado pelos professores, leituras, Moodle do Sing e com ajuda dos colegas de sala, comecei a registrar melhor como projetos, observa√ß√£o de fen√īmenos ou atividades baseada em problemas podem desenvolver uma cultura de aprendizado mais din√Ęmica e participativa (e n√£o necessariamente digital ou eletr√īnica).

Nossa turma levantou pontos de interesse em termos recorrentes que acreditamos, entre os mais generalizáveis, no sentido de engajamento dos alunos, como por exemplo: autonomia, protagonismo do estudante, aprendizagem significativa e da realidade, foco nos processos e atenção crescente ao percurso metedológico.

Com foco em mudan√ßa de cultura, comecei a cada vez mais dar aten√ß√£o aos prop√≥sitos √† motiva√ß√£o dos estudantes e a abordar, por meio da a√ß√£o, conceitos e reflex√Ķes nas aulas.

Espero que presencialmente ou √† dist√Ęncia, eu possa contribuir para orienta√ß√£o e incentivo dos estudos, pensando em equil√≠brar experi√™ncias e conte√ļdos relacionados, sempre que poss√≠vel.







REFERÊNCIAS

CLAPP, Edward. ROSS, Jessica. RYAN, Jennifer. TISHMAN, Shari. Maker-Centered Learning. S√£o Francisco: Jossey_Bass, 2017.

MORAN, José. BACICH, Lilian. Metodologias Ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.

RITCHAHART, Ron. CHURCH, Mark. MORRISON, Karin. Making Thinking Visible.

SAVAGE, Adam. Every Tool´s a Hammer - Life is What You Make It. Nova Iorque: Atria, 2019.